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Intel Promete Core i7 em 2009

Em uma conferência esta semana, em San Francisco, a Intel, fabricante de microprocessadores presentes em 80% dos computadores, apresentou sua nova geração de Chips, Nehalem, chamada de Core i7, que foram criados para aumentar a velocidade da transferência de dados da memória do computador para o microprocessador.   Os chips que chegam ao mercado somente no ano que vem prometem diminuir o uso de energia, melhorar os gráficos e a capacidade de armazenamento, e poderão ser usados em lap tops, servidores e computadores de mesa. O representante da empresa, Rajesh Kumar, está apostando que os chips serão a grande investida da empresa e a sustentarão nos próximos anos; tal grande será o avanço que eles proporcionarão. Com o Nehalem a empresa uniu as funções de processamento e memória, além da economia de energia, proporcionada porque o chip tem um mecanismo que desliga partes dele que não estão sendo utilizadas.             Assim, a Intel afirma que os novos microprocessadores terão três vezes mais memória do que os da antiga geração e o dobro do desempenho nas animações 3-D.               Será que daqui algum tempo as máquinas também vão saber nos servir um cafezinho???

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Filosofia da Caixa Preta – Vilém Flusser

Ensaios para uma futura filosofia da fotografia FILOSOFIA DA FOTOGRAFIA: O CAMINHO PARA A LIBERDADE Em seu ensaio, Flusser fala da necessidade de uma filosofia da fotografia, ele diz que estamos em um mundo onde nossos atos e modos de pensar são ditados por meio das máquinas. O homem criou as máquinas de modo semelhante ao seu corpo, para ajudá-lo a realizar tarefas e para tornar sua vida mais fácil, no entanto, o homem está virando uma máquina, fazendo as coisas de maneira pré-determinada, e agindo mecanicamente, como se fosse uma delas, já não faz mais as coisas agindo por vontade própria e sim, deixa a máquina ditar qual é a próxima coisa a ser feita.  A fotografia também se inseriu nisso, pois diante dela os nossos e conceitos já estão pré-dispostos em nosso pensamento, agimos como se fossemos nós as máquinas; se tornou uma forma de pensamento. O interesse do homem passou a ser pelo mundo onde os sentimentos, pensamentos e ações passaram a adquirir um modo artificial, “robotizado”, não só no trabalho, mas em todos os momentos, inclusive no nosso tempo livre, agimos como se fossemos programados, cercados por máquinas e por suas regas já ditadas.  A filosofia da fotografia tem como intuito reorganizar a idéia da liberdade. Os fotógrafos são os únicos capazes de dar a resposta de como se voltar a ter liberdade, pois estes apesar de trabalhar com o aparelho, de forma robotizada, que dita a eles […]

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